Na sexta-feira passada eu consegui, com muita sorte e ajuda
dos amigos, assistir a abertura do festival Janela Internacional de Cinema do Recife com o filme “Tatuagem” de Hilton Lacerda. O longa é uma produção diferente
de tudo que já assisti do cinema local. E a história é quase atemporal de forma que em alguns momentos do filme eu esquecia em que época e lugar exato
tudo aquilo se passava.
O filme se passa na década de 70 e conta uma história de
romance entre Clécio, o líder da trupe teatral Chão de Estrelas, e “Fininho”,
um jovem soldado. A trupe é inspirada em um grupo real que existiu em Pernambuco
nesta época, o “Vivencial Diversiones”, e exala anarquismo com uma genialidade
cativante.
A experiência de assistir “Tatuagem” é bastante prazerosa,
mas apenas para os que forem de coração aberto, prestes a assistir uma história
de amor proibido entre dois homens. Algumas cenas são bem explícitas, mas se
justificam no enredo, sem apelação.
Dito tudo isso, espero não ter aumentado muito a expectativa
de vocês a ponto de causar uma decepção. Apenas assistam. E comentem com a gente, claro!
Assista o trailer.
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